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  Alcides Carneiro assume serviço de oncologia

Data: 30/06/2010

Alcides Carneiro assume serviço de oncologia

 

 

            Um impasse que já dura 10 anos vai, finalmente ser resolvido até dezembro: o governo municipal, por meio do Hospital de Ensino Alcides Carneiro, vai assumir definitivamente o serviço de oncologia. O trabalho há mais de 20 anos está sob responsabilidade do Centro de Tratamento Oncológico (CTO), desabilitado há dois meses pelo estado por não cumprir regras determinadas há quase uma década, que exigiam que o serviço fosse ligado a uma rede hospitalar. As obras para construção da nova unidade de tratamento, orçadas inicialmente em R$ 800 mil, serão custeadas pela Faculdade de Medicina de Petrópolis.

            Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, hoje cerca de 800 pacientes fazem tratamento oncológico pela rede pública na cidade. Sem o CTO, a solução, para elas, seria o tratamento em cidades vizinhas côo Teresópolis e Duque de Caxias. Isso porque, há 10 anos, o ministério da Saúde proibiu que os serviços de oncologia funcionassem de forma isolada. Os governos municipais ganharam, na época, prazos para ligar o trabalho à rede hospitalar, mas, em Petrópolis, isso não foi feito. O prazo de adequação d cidade expirou em 2008, sem que o problema fosse solucionado. Desde então o município tentava resolver a questão.

            A nova unidade de tratament0o para pacientes oncológicos será construída no espaço onde, no fim da década de 90, o Governo do Estado começou a construir um hemocentro. O esqueleto do prédio, até hoje de pé no terreno do HAC, será cedido pelo estado e a previsão é de que as obras que darão vida ao centro de tratamento para pacientes oncológicos comecem até o fim de agosto. Com isso, o Hospital de Ensino Alcides Carneiro passará a ser referência no tratamento de câncer. Hoje, o hospital já é responsável por 95% das cirurgias de oncologia realizadas no município, sem, no entanto, receber por isso. A estimativa é de que o credenciamento gere, só com as cirurgias, incremento de R$ 50 mil no repasse mensal do governo federal para o HAC. Até o fim das obras e o devido processo de credenciamento do HAC, pacientes oncológicos serão atendidos ainda no CTO.

 

 

Fonte: Tribuna de Petrópolis, 27 de junho de 2010.




 

 

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