Petrópolis, 12 de Junho de 2024.
Opinião dos Visitantes
  "Instituto Koeller: Ningu√©m viu, ningu√©m sabe Na contram√£o do que determina a Lei Federal n¬ļ 10.257, de 2001), Estatuto das Cidades, a C√Ęmara de Vereadores recebe o pedido para a cria√ß√£o do Instituto Koeller. Ocorre que ap√≥s v√°rios pedidos para que pud√©ssemos ter acesso ao escopo da Lei que cria esse Instituto, nenhum membro do Governo, chefe de Gabinete do Prefeito, secret√°rios de Governo, membros do Legislativo, escrit√≥rio criado para esse fim e entidades n√£o governamentais nos forneceram essa minuta de Lei. N√£o entendo que um Governo que se diz transparente e aberto ao di√°logo n√£o disponibilize para a sociedade informa√ß√Ķes para que o debate saud√°vel e obrigat√≥rio pudesse ter nessa Lei uma demonstra√ß√£o de participa√ß√£o popular na sua elabora√ß√£o. Ao contr√°rio, √© feito de forma reclusa, impositiva e apenas uns poucos iluminados a elaborarem-na. Desmantelar a secretaria de planejamento, continuar sem um Plano de Cargos e Sal√°rios para os profissionais da engenharia e arquitetura das secretarias de obras, habita√ß√£o, planejamento e meio ambiente, desestimular os funcion√°rios que l√° atuam e impedir a sociedade de contribuir na elabora√ß√£o desse Instituto √© no m√≠nimo uma forma desrespeitosa de impor uma promessa de campanha. A sociedade e os t√©cnicos repudiar√£o tal iniciativa e o que poderia ser fruto de consenso, aparenta ser mais um ato de desrespeito ao Petropolitano. O Planejamento Urbano de Petr√≥polis se faz necess√°rio urgentemente, por√©m, ap√≥s tr√™s anos no comando das pol√≠ticas p√ļblicas, o atual governo demonstra total incapacidade para dialogar com os que sempre se colocaram √° disposi√ß√£o para contribuir nesse tema. Prova disso √© a Lei da Mais Valia que at√© o momento n√£o foi alvo de debate na sua implementa√ß√£o. Pol√≠ticas de habita√ß√£o popular, Lei de Uso do Solo, Plano Municipal de Saneamento, Plano Diretor, Lei de Incentivo a Cultura, Mobilidade Urbana, temas relevantes para preparar Petr√≥polis para a Copa do Mundo, Olimp√≠adas e prepara-la para o futuro, em nenhum momento foram contempladas como prioridades e a forma lenta e desarticulada como enfrentam os problemas estruturais de nossa Cidade des√°gua na falta de solu√ß√Ķes para o Vale do Cuiab√° que at√© hoje sofre com a trag√©dia de Janeiro de 2011 uma vez que os moradores daquela localidade ainda n√£o conseguiram ver a√ß√Ķes efetivas que pudessem sanar os problemas causados pelas chuvas e pior, ficam vulner√°veis ao que o ver√£o quej√° se inicia. Afinal um ano se passou e a resposta aos problemas foi p√≠fia. A vinda da faculdade de arquitetura e urbanismo para Petr√≥polis ser√° de grande valia no debate desses temas. Estudantes ter√£o um faro material para estudo e as propostas ser√£o muito bem vindas. Os problemas ser√£o alvo per manete de debates e o rec√©m criado Conselho de Arquitetos e Urbanistas ‚Äď CAU e os rec√©m eleitos dirigentes do CREA/RJ ser√£o muito acionados para contribu√≠rem com nossa Cidade. Esperamos que os ventos eleitorais que se avizinham tornem o atual Prefeito mais sens√≠vel a esses pleitos e que permita a seus secret√°rios um maior dialogo com os que podem contribuir com nossa Cidade. Afinal, governos passam e Petr√≥polis n√£o merece ser tratada dessa forma. Luiz A Amaral Presidente da Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos ‚Äď APEA e Conselheiro do CAU/RJ ‚Äď Conselho de Arquitetura e Urbanismo / RJ"
Luiz Amaral - 28/11/2011


"Incentivando a Cultura Petr√≥polis est√° em vias de tornar-se uma das sedes das delega√ß√Ķes que participar√£o da Copa do Mundo FIFA em 2014 e das que vir√£o para as Olimp√≠adas em 2016. Nossa Cidade est√° credenciada para isso e caso a sociedade civil, empres√°rios e pol√≠ticos consigam unir-se em torno desse projeto, poderemos ter enormes benef√≠cios para a infraestrutura urbana de nosso munic√≠pio. A necess√°ria capacita√ß√£o dos comerciantes e comerci√°rios, taxistas, empres√°rios e funcion√°rios da rede hoteleira e todos prestadores de servi√ßo √© condi√ß√£o para o sucesso dessa empreitada. A necessidade de termos uma Lei de Uso e Ocupa√ß√£o do Solo ‚Äď LUPOS, clara e objetiva facilitar√° em muito a vinda de empresas e novos investimentos. Um dos itens a serem revistos √© a Lei do Silencio. O pleito da classe art√≠stica e de grande parte da sociedade petropolitana para a cria√ß√£o do Corredor Cultural, passa necessariamente pelo debate desse tema. Vemos hoje, alguns restaurantes e casas noturnas sofrendo uma enorme press√£o para que o shows n√£o mais aconte√ßam , prejudicando em muito n√£o s√≥ os artistas, musicos, frequentadores das casas, mas toda uma cadeia produtiva que gira em torno dessa atividade que uma Cidade tur√≠stica n√£o pode abrir m√£o. A justificativa de que a LUPOS impede shows em alguns restaurantes e bares e que a Lei do Silencio deva ser cumprida, no que concordamos, podem e devem ser revista de forma transparente com os envolvidos no tema e diretamente interessado em uma solu√ß√£o. O uso do estabelecimeno comercial com atividades art√≠sticas deveria ser incentivada e apoiada por todos. Condicionar √†s Casas noturnas a darem um tratamento ac√ļstico no im√≥vel visando o bem estar dos vizinhos do estabelecimento, respeitando o direito de quem quer apenas o descanso deve ser o foco dessa discuss√£o. Aqueles que querem divers√£o devem te-la, mas, os que querem repouso, devemo ser respeitados A engenharia e arquitetura possuem as solu√ß√Ķes para esse debate e as autoridades deveriam ter a sensibilidade para uma rapida solu√ß√£o. Afinal, se pretendemos ser de fato uma Cidade Tur√≠stica, o entreternimento, eventos musicais, shows e atividades culturais , s√£o uma das ferramentas para gera√ß√£o de renda, emprego e inclus√£o social. A Camara de Vereadores, a Prefeitura Municipal de Petrt√≥polis, a Funda√ß√£o de Cultura e Turismo , assim como o Conselho Municipal de Cultura, Minist√©rio P√ļblico e empres√°rios do setor, ser√£o sens√≠veis a esse debate e com certeza promover√£o mudan√ßas necess√°rias nas Leis Municipais para que Petr√≥polis possa ter n√£o s√≥ mum Corerdor Cultural localizado em uma √ļnica rua, mas sim Leis de Incentivo a Cultura que proporcionen atividades culturais em todo o munic√≠pio e se poss√≠vel, autorizando √†s empresas locais , o abatimento de uma pequena parcela do ISS em caso de patroc√≠nios das diversas atividades culturais de nossa Cidade tal qual acontece na Lei do ICMS estadual e na Lei Rouanet do Minist√©rio da Cultura. Luiz A Amaral Arquiteto e produtor cultural Pres da Assoc. Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos - APEA"
Luiz Amaral - 28/11/2011


"Faculdade de Arquitetura e Urbanismo em Petr√≥polis O vestibular de Arquitetura e Urbanismo anunciado pela Universidade Cat√≥lica de Petr√≥polis, UCP para esse ano, √© uma not√≠cia a ser comemorada na regi√£o. Com tantos problemas causados pela desordem urbana que a regi√£o convive h√° d√©cadas, finalmente teremos uma quantidade grande de profissionais a debaterem o assunto e quem sabe, contribuindo para com os que comandam as pol√≠ticas p√ļblicas de nossos munic√≠pios. Junto com a Faculdade de Engenharia, os alunos da rec√©m criada Faculdade de Arquitetura ter√£o um enorme desafio: apresentar solu√ß√Ķes para a implanta√ß√£o de pol√≠ticas habitacionais, Planos de Mobilidade Urbana, propostas para a Lei de Uso e Ocupa√ß√£o do Solo, debater o Plano Diretor, propor o saud√°vel conv√≠vio do desenvolvimento sustent√°vel embasado na preserva√ß√£o, inclus√£o social e desenvolvimento de nossas Cidades. Com a Copa do Mundo em 2014 e Olimp√≠adas em 2016, a regi√£o Serrana ser√° alvo de investimentos diretos e indiretos uma vez que possu√≠mos atrativos que poucas Cidades no Estado possuem. Nosso acervo arquitet√īnico, paisag√≠stico e cultural, j√° nos deu o t√≠tulo de Cidade Indutora do Turismo h√° tempos. Isso nos credencia a ser a Cidade al√©m de mais pr√≥xima ao epicentro dos eventos, a mais preparada para atrair n√£o s√≥ visitantes e turistas, mas investimentos em infraestrutura que poder√£o solucionar muitos problemas que temos que resolver rapidamente. A oportunidade √© rara e se formos competentes e nosso Governo souber usar a intelig√™ncia, os frutos ser√£o ben√©ficos a todos na regi√£o. O rec√©m criado Conselho de Arquitetura e Urbanismo ‚Äď CAU/BR e a rec√©m diretoria do CREA/RJ e CONFEA, ser√£o important√≠ssimos nesse momento. A uni√£o dos Conselhos de profissionais ligados √† Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, demonstrar√° que as solu√ß√Ķes precisam ter nos t√©cnicos e profissionais da constru√ß√£o civil, a necess√°ria participa√ß√£o desses na apresenta√ß√£o de propostas, projetos e solu√ß√Ķes para as pol√≠ticas p√ļblicas dos munic√≠pios. A capta√ß√£o de verbas federais e estaduais necessita de ter a participa√ß√£o de v√°rios profissionais na elabora√ß√£o de projetos uma vez que as Prefeituras n√£o possuem a quantidade necess√°ria de t√©cnicos para a elabora√ß√£o desses. A valoriza√ß√£o profissional, a necess√°ria e imediata implanta√ß√£o do Plano de Cargos e Sal√°rios dos profissionais da engenharia e arquitetura do munic√≠pio e a clareza e entendimento por parte de quem comanda as pol√≠ticas p√ļblicas que √© necess√°rio o envolvimento desses profissionais na apresenta√ß√£o de propostas e projetos, com a vinda da faculdade de arquitetura, com certeza ser√° um fator de motiva√ß√£o e muito debate nesse tema. A regi√£o serrana precisa urgentemente reagir aos mal√©ficos sintomas causados pela desordem urbana. Ainda h√° tempo para mitigar os danos causados. Ter na preserva√ß√£o de nosso acervo a base para implantarmos pol√≠ticas de desenvolvimento com a necess√°ria inclus√£o social √© nosso desafio. A implanta√ß√£o da Faculdade de Arquitetura ser√° bem vinda n√£o s√≥ para os que ali estudam. Uma faculdade que poder√° ser referencia nacional √© nosso sonho. Enfrentar a burocracia da m√°quina municipal, as portarias federais e as regras das institui√ß√Ķes estaduais nos credenciam a ter nesse dialogo, a possibilidade de criarmos uma legisla√ß√£o que contemple a todos. Luiz A Amaral Presidente da Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos ‚Äď APEA e Conselheiro do CAU/RJ ‚Äď Conselho de Arquitetura e Urbanismo / RJ"
Luiz Amaral - 28/11/2011


"E o Ver√£o est√° chegando Apesar de v√°rias tentativas de fazermos parcerias com o Governo Municipal, at√© hoje, nenhuma resposta veio por parte do Chefe do Executivo e o ver√£o est√° chegando. N√£o entendo porque a dificuldade de ter nos engenheiros e arquitetos de Petr√≥polis parceiros para desenvolver projetos de relev√Ęncia para o munic√≠pio. Tamb√©m n√£o entendo o silencio. SIM ou N√ÉO seria o m√≠nimo que poder√≠amos ter como respostas e n√£o o silencio. Sabemos que o Vale do Cuiab√° ainda sofre com a aus√™ncia de defini√ß√Ķes para com os atingidos pelas chuvas de Janeiro de 2011. Sabemos das dificuldades de gest√£o e de comando. Em casa onde todos mandam ningu√©m obedece e os mais atingidos como sempre s√£o os moradores da regi√£o. As chuvas de ver√£o, inevit√°veis, j√° est√£o sendo previstas em grande intensidade pelos t√©cnicos em monitoramento clim√°tico e o que causa estranheza √© o silencio que temos nas perguntas de oferta de apoio dos profissionais da APEA para orientar as diversas comunidades que est√£o em √°reas de risco para o enfrentamento durante as intemp√©ries da natureza. O que nos move a insistir no tema e sabermos que os t√©cnicos ser√£o os acionados de imediato e com certeza estaremos √° disposi√ß√£o para ajudar e tentar mitigar os problemas que a cidade sofrer√°. Lamentamos que n√£o houvesse por parte do Executivo um maior interesse em somar esfor√ßos para desenvolver palestras, orienta√ß√Ķes, propostas e projetos que pudessem salvar vidas. Por que o silencio? A Lei de Uso do Solo, a pol√≠tica habitacional, Plano Diretor, Plano de Mobilidade Urbana, Plano Municipal de Saneamento, Instituto Koeller, Lei da Mais Valia, implementa√ß√£o da liga√ß√£o ferrovi√°ria Rio ‚Äď Petr√≥polis s√£o demonstra√ß√Ķes claras que a falta de dialogo e de participa√ß√£o √© a t√īnica na condu√ß√£o desses importantes temas para a Cidade. A solu√ß√£o definitiva para a feira livre do munic√≠pio, o t√©rmino das obras de revitaliza√ß√£o da Rua do Imperador com o enterramento da fia√ß√£o, Plano de Cargos e Sal√°rios para os profissionais da engenharia e arquitetura que trabalham na Prefeitura dentre outros, enfim, muitos temas sem defini√ß√£o ap√≥s tr√™s anos de Governo lamentavelmente. Apesar de termos sido incentivados por v√°rios Secret√°rios de Governo que s√£o sabedores dos benef√≠cios que tal parceria proporcionaria a uma grande quantidade de comunidades, algo trava o encaminhamento de tais propostas. Com a vinda da Faculdade de Arquitetura em Petr√≥polis, o rec√©m criado Conselho de Arquitetos e Urbanistas ‚Äď CAU, e com a rec√©m eleita diretoria do CREA/CONFEA, esperamos somar esfor√ßos no debate desses temas e na conscientiza√ß√£o do Chefe do Executivo Municipal para a import√Ęncia de somarmos esfor√ßos para que nossa Cidade seja tratada com dignidade e seus problemas de infraestrutura possam ter a aten√ß√£o devida com a participa√ß√£o direta dos que entendem do assunto e se prepararam para enfrentar esses problemas. Enquanto isso n√£o acontece, ficaremos na torcida para que intensidade das chuvas seja menor que as previs√Ķes dizem. As propostas ainda que tardiamente, caso sejam aceitas, poderiam somar nos esfor√ßos de prevenir e orientar aos que mais precisam. Luiz A Amaral Presidente da Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos ‚Äď APEA e Conselheiro do CAU/RJ ‚Äď Conselho de Arquitetura e Urbanismo / RJ"
Luiz Amaral - 28/11/2011


"Carta aberta √† FIRJAN Ap√≥s a segunda audi√™ncia p√ļblica realizada na UCP sob o comando de D. Filippo Santoro, ao ver as autoridades religiosas, pol√≠ticas, empresariais e da sociedade civil organizada, ficou a sensa√ß√£o e expectativa positivas quanto aos rumos que as pol√≠ticas p√ļblicas de Petr√≥polis ter√£o com norte. As falas de todos os presentes eram un√≠ssonas quanto √† necessidade de um planejamento do uso do solo de nossa Cidade assim como a urg√™ncia de atender aos desabrigados e reconstruir o local atingido pelas chuvas. Plano Diretor, Lei de Uso e Ocupa√ß√£o do Solo, Pol√≠ticas habitacionais, Saneamento Ambiental, aparelhamento da Defesa Civil e parcerias p√ļblicas privadas deveriam ter empenho maior por parte de quem comanda o Poder Executivo em nossa Cidade com a participa√ß√£o plena da sociedade. Lamentamos o fato de que uma entidade do porte da FIRJAN, na contram√£o dos objetivos por ela declarados e pleiteados por toda a sociedade e pelos profissionais de engenharia e arquitetura de Petr√≥polis ao inv√©s de reaquecer, estimular e desenvolver a economia com os profissionais e as empresas de constru√ß√£o da nossa Cidade, por motivos estranhos, equivocados e que desconhecemos, tr√°s profissionais e empresas de outras localidades para desenvolver projetos e obras que poderiam ser realizados pelos experientes profissionais e empres√°rios da constru√ß√£o civil local. Ficou claro para todos os Petropolitanos que a pr√°tica do Dr. Eduardo Eug√™nio da FIRJAN √© a de que: ‚Äú fa√ßam o que falo, mas n√£o fa√ßam o que fa√ßo‚ÄĚ Sabemos pela imprensa que a regi√£o Serrana receber√° investimentos federais e estaduais prometidos quando a presidente da Rep√ļblica aqui esteve com o Governador do Estado do Rio de Janeiro, al√©m da poss√≠vel inclus√£o de Petr√≥polis no circuito esportivo que acontecer√° em 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Olimp√≠adas) e o que poderia ser uma oportunidade de gera√ß√£o de empregos e distribui√ß√£o de renda para os petropolitanos, tememos que sejam privil√©gio para profissionais e empresas de outras Cidades, alijando os petropolitanos desse processo. Caberia aos secret√°rios de obras, planejamento, habita√ß√£o, meio ambiente, dentre outros, terem a sensibilidade de ao menos consultar os profissionais locais e sugerirem √†s entidade que aqui investir√£o recursos, ao menos que n√£o afastem as empresas petropolitanas desse processo. Entidades como a FIRJAN ser√£o mais sens√≠veis e far√£o uma reflex√£o sobre isso em outras oportunidades e ao Poder Executivo, solicitaremos o entendimento desse pleito uma vez que √© uma das obriga√ß√Ķes do chefe do executivo possibilitar o crescimento econ√īmico, a gera√ß√£o de empregos e distribui√ß√£o de rendas aos mun√≠cipes. Possu√≠mos profissionais e empresas qualificadas para esse trabalho e conversas com secret√°rios de Governo e demais entidades com essa reivindica√ß√£o est√° em curso. Luiz A Amaral Presidente da Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos - Arquiteto"
Carta aberta à FIRJAN - 11/06/2011


"Protocolo de Inten√ß√Ķes A Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos (APEA) √© uma entidade civil que h√° 49 anos congrega em seus quadros profissionais de todos os ramos da engenharia, arquitetura, urbanismo, geologia e demais profissionais pertencentes do Sistema CONFEA/CREA e que atuam em todo o munic√≠pio de Petr√≥polis ou com ele criaram fortes la√ßos afetivos. A APEA, como membro participante de diversos Conselhos Municipais vem h√° tempos se manifestando quanto √† morosidade no planejamento urbano do munic√≠pio e sua regulamenta√ß√£o, quanto √† in√©rcia na cria√ß√£o de um plano habitacional consistente e quanto √† inexistente evolu√ß√£o do gerenciamento, implementa√ß√£o e amplia√ß√£o do Mapa de Riscos. Alertamos para a import√Ęncia da implanta√ß√£o do Sistema de Monitoramento Clim√°tico e Alertas e para a necessidade premente da cria√ß√£o de um Plano Municipal de Emerg√™ncia, certos de que a limita√ß√£o dos danos √© diretamente proporcional ao seu planejamento. Apontamos para a falta de transpar√™ncia e de comprometimento com a popula√ß√£o, quando n√£o se apontam claramente os riscos iminentes, quando n√£o sinalizam os caminhos que levam ao risco, quando n√£o se divulga o que se faz √≥bvio e, desta forma, n√£o se respeitam os direitos m√≠nimos do dos cidad√£os. Sabemos que s√≥ a necessidade, determina√ß√£o e a√ß√£o (a vontade pol√≠tica determinar√°) ser√£o capazes de concretizar a implementa√ß√£o de pol√≠ticas p√ļblicas, t√£o necess√°rias para que os fatos (como os de Janeiro de 2011) ocorridos no Vale do Cuiab√° possam ter uma pronta resposta, vidas possam ser salvas e danos maiores possam ser evitadas. Neste contexto a APEA, como parte da sociedade civil organizada e sempre comprometida com os petropolitanos, torna-se, mais do que instrumento de amplifica√ß√£o e legitima√ß√£o dos anseios da popula√ß√£o, mas disponibiliza seu quadro t√©cnico com o seu leg√≠timo conhecimento da hist√≥ria de Petr√≥polis, a servi√ßo de tudo e todos que possam alavancar seu desenvolvimento potencial, seja com diagn√≥sticos, estudos, projetos, conv√™nios ou parcerias. E desta forma, prop√Ķe: Proposta de a√ß√Ķes para prevenir e minimizar acidentes em √°reas de risco (A√ß√Ķes) Imediatas: 1 _ Cria√ß√£o imediata de Plano Municipal de Emerg√™ncia; 2 _ Cria√ß√£o de √≥rg√£o centralizador de todas as a√ß√Ķes ligadas ao gerenciamento de riscos, com as seguintes atribui√ß√Ķes: ‚ÄĘ Atualizar os dados cadastrais alimentando permanentemente o plano para o primeiro distrito; ‚ÄĘ Coordenar a amplia√ß√£o do plano de riscos para os demais distritos; ‚ÄĘ Propor e orientar as a√ß√Ķes do poder p√ļblico nas interven√ß√Ķes de obras em √°reas de risco; ‚ÄĘ Iniciar as discuss√Ķes para a revis√£o da Lei de Uso e Ocupa√ß√£o do Solo e C√≥digo de Obras, consagrando as diretrizes para essas √°reas; 2 ‚Äď Congelar o crescimento das ocupa√ß√Ķes em √°reas de risco. a) Demarcar, limitar e sinalizar as √°reas de risco no primeiro distrito; b) Demarcar, limitar e sinalizar as √°reas de risco nos demais distritos; c) Promover a divulga√ß√£o das √°reas junto √† popula√ß√£o, n√£o s√≥ para conscientizar a popula√ß√£o e impedir seu crescimento, mas para desta forma, legitimar as futuras a√ß√Ķes; d) Cria√ß√£o de for√ßa tarefa para o monitoramento das √°reas de risco demarcadas; e) Cria√ß√£o de parceria com a faculdade de Engenharia para que os futuros profissionais participem desse trabalho; 3- Obras e interven√ß√Ķes: a) Orientar e viabilizar a execu√ß√£o de interven√ß√Ķes pontuais como a coloca√ß√£o de calhas para capta√ß√£o de √°guas dos telhados e destino apropriado, inclusive para reaproveitamento de √°guas pluviais. b) Trabalhar na coordena√ß√£o e conscientiza√ß√£o da popula√ß√£o da import√Ęncia da limpeza das encostas e caminhos de √°guas; c) Viabilizar a coleta de lixo, coleta seletiva, inclusive, principalmente nas √°reas de dif√≠cil acesso; d) Impedir que as concession√°rias de energia, √°gua e telefonia, sem a devida licen√ßa do munic√≠pio, fa√ßam novas liga√ß√Ķes em √°reas de risco; e) Implantar sistemas de alarme e monitoramento clim√°tico, sob supervis√£o de t√©cnicos no setor, tendo a efetiva participa√ß√£o das comunidades nos planos de conting√™ncias e emerg√™ncias; f) Diagn√≥stico das defici√™ncias estruturais das localidades. (A√ß√Ķes de) M√©dio e longo Prazo: 1- Elabora√ß√£o de Projetos, usando a hierarquiza√ß√£o definida nos planos de risco, com as obras e interven√ß√Ķes para cada √°rea como conten√ß√Ķes, drenagem, realoca√ß√£o e remo√ß√£o de moradias, reflorestamento etc. 2- Capta√ß√£o de recursos para viabiliza√ß√£o destes projetos; 3- Programas habitacionais que viabilizem o acesso a moradia de baixa renda; Lotes urbanizados, mutir√Ķes habitacionais, dentre outros; Apesar da maioria das a√ß√Ķes propostas caberem ao poder p√ļblico, a APEA coloca-se √† disposi√ß√£o para colaborar na elabora√ß√£o de planos e orienta√ß√£o t√©cnica, execu√ß√£o de projetos e assessoria (t√©cnica) junto √†s comunidades. Sabemos que apesar de possuir um corpo t√©cnico competente, a Prefeitura Municipal de Petr√≥polis n√£o possui o n√ļmero suficiente de profissionais para a elabora√ß√£o de projetos necess√°rios, da√≠ propormos a parceria com o poder p√ļblico oferecendo o trabalho dos profissionais da engenharia e arquitetura de nossa Cidade. A APEA acredita que a soma de esfor√ßos do poder executivo e legislativo das esferas federais, estaduais e municipais, com o apoio das autoridades religiosas, empresarias e ligadas aos movimentos sociais, poderemos evoluir na forma de atuar nas pol√≠ticas p√ļblicas incrementando o ordenamento urbano e promovendo melhoria de qualidade de vida aos cidad√£os Petropolitanos. Petr√≥polis, 19 de Maio de 2011 Associa√ß√£o Petropolitana de Engenheiros e Arquitetos Luiz Antonio do Amaral ‚Äď Arquiteto ‚Äď Diretor Presidente"
Luiz A Amaral - 19/05/2011


"Por favor, alguém pode me esclarecer onde se encontra o calendário do ComCidade? Grato."
Ivan Weinem - 22/09/2010


"Compilado do blog de Almeida Neto: Bel√©m criando seu pr√≥rprio sistema de BRT O sistema BRT de Bel√©m constitui um termo coletivo para designar um sistema de transporte de √īnibus altamente eficiente. Um sistema BRT consta geralmente os seguintes componentes: A) - √Ēnibus modernos de grande capacidade e baixas emiss√Ķes. B) - Esta√ß√Ķes fechadas e seguras, com passagens pr√©-paga. C) - Solu√ß√Ķes para uma r√°pida entrada e sa√≠da de passageiros. D) - Informa√ß√Ķes aos passageiros e controle de tr√°fego em tempo real. E) - Sinal de tr√Ęnsito priorit√°rio nos cruzamentos. F) - Corredores exclusivos para os √īnibus. G) - Garantia de maior acessibilidade a todos. H) - Sistema eficaz de passagem √ļnica e livre transfer√™ncia de passageiros entre as v√°rias linhas de √īnibus. "Utilizando o BRT, Bel√©m pode criar um sistema de transporte p√ļblico atrativo, eficiente e de baixo custo por passageiro transportado, o BRT oferece um excelente servi√ßo aos seus passageiros em termos de frequ√™ncia, conforto e informa√ß√Ķes em tempo real. Ao mesmo tempo, reduz a polui√ß√£o do ar, os engarrafamentos e o risco de acidentes. O sistema BRT √© o futuro""
ivan weinem - 22/09/2010


"Em relação ao processo de "análise" de curriculum vitae para preenchimento dos claros das novas upas petropolis, gostaria de deixar claro, nao so o meu descontentamento, mas tambem da populaçao e dos profissionais da area de saude desta cidade. Nao estou desmerecendo os que foram convocados, porem mais de 70% JA POSSUEM empregos ou cargos efetivos, sendo este novo, mais um complemento ou "bico". A anélise deveria ser mais criteriosa pois experiência na áreea nao quer dizer que o profissional deveria necessariamente estar trabalhando."
carlos magalhaes - 02/09/2010


"Caros amigos, Em primeiro lugar, reconhecer a import√Ęncia do significado deste Portal de Dados Municipais. Entretanto, aqui e agora, o que proponho possa servir de base para futuros di√°logos na √°rea de Mobilidade Urbana.. http://g3petropolis.wordpress.com Fiquem a vontade para postar coment√°rios. A sociedade, em conjunto com os t√©cnicos, podem, sem d√ļvida, apresentar solu√ß√Ķes que a cidade necessita. Sem atropelos e com planejamento cr√≠tico. Para obter-se solu√ß√Ķes que ir√£o contribuir para Petr√≥polis Imperial-Tecn√≥polis. Estes s√£o os mais sinceros reclamos. Daqueles, creio, que querem, uma cidade que ir√° utilizar todo seu potencial. Para isto, necessita de projetos maduros. Amadurecidos com a participa√ß√£o efetiva da sociedade. Abra√ßo a todos. Ivan Weinem"
Ivan Weinem - 12/08/2010


"ALERJ considera o Expresso Imperial de relevante interesse tur√≠stico para o Estado do Rio. APROVADO I Foi aprovado pela ALERJ o Projeto do Dep. Jo√£o Pedro para reativa√ß√£o de parte do trecho da ferrovia Rio-Petr√≥polis, como de relevante interesse tur√≠stico e econ√īmico, pois trata-se do segmento mais importante da primeira ferrovia do Brasil, com apenas 6km (para detalhes, vide abaixo). APROVADO II O projeto segue para aprova√ß√£o do Governador Cabral e quem quiser ajudar na aprova√ß√£o pode acessar um abaixo assinado eletr√īnico no endere√ßo www.manifestolivre.com.br, clicando em "mais acessados", e depois em "Expresso Imperial". O AA foi divulgado h√° pouco tempo pela coluna Al√ī Cabral! e j√° est√° com mais de 70 folhas de assinaturas e depoimentos. Projeto de Jo√£o Pedro que trata da reativa√ß√£o da ferrovia ligando Rio a Petr√≥polis √© aprovado na AlerjMais uma vit√≥ria para recuperar a ferrovia Pr√≠ncipe do Gr√£o-Par√°, que liga o Rio de Janeiro a Petr√≥polis. O projeto de lei 2736/2009, que declara de relevante interesse tur√≠stico e econ√īmico a reativa√ß√£o da ferrovia foi aprovado em primeira discuss√£o na Alerj. "Reativar a ferrovia Gr√£o-Par√° e fazer a liga√ß√£o Rio-Petr√≥polis, em 1 hora e 20 minutos, neste sentido, √© fundamental e abrir√°, para Petr√≥polis e demais munic√≠pios da Regi√£o Serrana, a oportunidade de receber mais 600 mil turistas por ano, com emprego direto para mais de 2.000 pessoas. Com a revitaliza√ß√£o da ferrovia, ser√° retomado um dos mais belos passeios tur√≠sticos da Regi√£o Serrana PROJETO DE LEI N¬ļ 2736/2009 EMENTA: DECLARA DE RELEVANTE INTERESSE TUR√ćSTICO E ECON√ĒMICO PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO A REATIVA√á√ÉO DA FERROVIA PRINCIPE DO GR√ÉO-PAR√Ā. Autor(es): Deputado JOAO PEDRO A ASSEMBL√ČIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE: Art 1¬ļ - Fica declarada de relevante interesse tur√≠stico e econ√īmico para o Estado do Rio de Janeiro, a reativa√ß√£o da ‚ÄúFERROVIA PR√ćNCIPE DO GR√ÉO-PAR√Ā‚ÄĚ. Art 2¬ļ - Esta resolu√ß√£o entra em vigor na data de sua publica√ß√£o. Plen√°rio Barbosa Lima Sobrinho, 19 de novembro de 2009. JUSTIFICATIVA No dia 19 de fevereiro de 1883, foi inaugurada a Estrada de Ferro Pr√≠ncipe do Gr√£o-Par√°, interligando Raiz da Serra, no Munic√≠pio de Mag√©, ao Alto da Serra, em Petr√≥polis. Na viagem inaugural estava presente, dentre muitos passageiros ilustres, Sua Majestade, o Imperador do Brasil, D. Pedro II. Percorrendo uma extens√£o de cerca de 6 km e utilizando a t√©cnica da cremalheira, a ferrovia, atingia uma cota acima dos 800 metros no Alto da Serra. Durante mais de 80 anos a Estrada de Ferro Pr√≠ncipe do Gr√£o Par√° transportou cargas e passageiros, num percurso deslumbrante atrav√©s da Mata Atl√Ęntica, at√© que, em 5 de novembro de 1964, o ramal ferrovi√°rio foi considerado economicamente invi√°vel e seu tr√°fego suspenso, em detrimento dos preju√≠zos advindos da import√Ęncia hist√≥rica e tur√≠stica da ferrovia. O tempo passa, os problemas com o tr√Ęnsito nas estradas crescem e fica cada vez mais evidente que a decis√£o de desativar as ferrovias foi um erro. Por isso, no Estado do Rio e em todo o Brasil, cresce o movimento pelo retorno do transporte ferrovi√°rio, tanto para o uso de passageiros em sua rotina di√°ria, como para transporte de cargas e, principalmente, turismo e cultura. Na d√©cada de 50, a nossa malha ferrovi√°ria somava 3.800 km de extens√£o de vias. Em 2003, restavam apenas 1.250km. Portanto, o Rio de Janeiro perdeu mais de 60% de malha ferrovi√°ria e gasta muito na amplia√ß√£o de estradas e na redu√ß√£o do espa√ßo urbano, que deveria ser utilizado com mais qualidade. Reativar a ferrovia Gr√£o-Par√° e fazer a liga√ß√£o Rio-Petr√≥polis, em 1 hora e 20 minutos, neste sentido, √© fundamental e abrir√°, para Petr√≥polis e demais munic√≠pios da Regi√£o Serrana, a oportunidade de receber mais 600 mil turistas por ano, com emprego direto para mais de 2.000 pessoas. Com a revitaliza√ß√£o da ferrovia, ser√° retomado um dos mais belos passeios tur√≠sticos da Regi√£o Serrana. Alerj - Comunica√ß√£o Socia"
Luiz Amaral - 30/06/2010


"O governo e as entidades , org√£os, institui√ß√Ķes se reunem , buscam seus interesses , que s√£o sempre priorizados e a popula√ß√£o fica na merda . Os deputados de Petropolis nada fazem e os vereadores s√£o s√≥cios em todas as tramoias que rolam no governo e a popula√ß√£o que se exploda. Os interesses e necessidades da popula√ß√£o s√£o sempre postergados . O que se v√™ √© a arrecada√ß√£o crescendo e a popula√ß√£o empobrecendo ."
Almir Machado - 09/06/2010


"PARAB√ČNS pela iniciativa !!! √Č realmente necess√°rio, unificar os movimentos e a√ß√Ķes em nossa cidade, de forma organizada e estruturada. S√£o muitos os "v√īos solos", por a√≠. N√£o sei se este espa√ßo √© tamb√©m uma janela pra cr√≠tica e/ou coment√°rios mais a√≠ vai: TRANSPORTE P√öBLICO: Estive na C√Ęmara de Vereadores de nossa Cidade, e fui informado que, todas as informa√ß√Ķes de conhecimento da C√Ęmara, √© mesma que n√≥s "simples mortais" temos, atrav√©s dos ve√≠culos de comunica√ß√£o. Perguntei tamb√©m, se havia algum projeto na C√Ęmara, que estivesse estudando a fundo, as Leis, direitos e deveres, estudo financeiro, das empresas de √īnibus de nossa cidade. E lamentavelmente a resposta foi N√ÉO. Bem a minha resposa para o prezado colega que gentilmente me atendeu foi: Ent√£o estou a frente de voc√™s, pois algumas pesquisas que tenho feito, indicam CURITIBA, a capital do transporte p√ļblico no BRASIL, seguem esta lista, S√ÉO JOS√Č DOS CAMPOS, JUNDIA√ć, v√°rias cidades do sul e a nossa vizinha JUIZ DE FORA, tamb√©m tem transporte de qualidade infinitamente superior a de Petr√≥polis. Digo ainda que, s√£o pouquiss√≠mas as diferen√ßas Legais, Tribut√°rias e estruturais entre todas. E o pre√ßo das passagens em algumas delas √© inferior ao pre√ßo da passagem de Petr√≥polis. √Č isso que eu espero da nossa C√Ęmara de Vereadores, ATITUDE."
CRISTIANO ROMÃO - 04/06/2010


"Finalmente estou muito feliz com a cria√ß√£o deste Portal; Petr√≥polis, h√° muito tempo, precisava dispor deste instrumento poderoso, onde seu mun√≠cipes poder√£o exercer efetivamente o seu ato mais sublime ato que √© a cidadania participativa, visitando, consultando, estudando, participando do dia-a-dia desta querida e maravilhosa cidade. Por muitos longos anos, atrav√©s de minha organiza√ß√£o a qual sou Servidor com muito orgulho aqui em Petr√≥polis, o IBGE, pude sugerir para v√°rias administra√ß√Ķes a import√Ęncia de se ter um instrumento como este, mas quis o destino (FELIZMENTE) que fosse atrav√©s das Comunidades e destes atuais desbravadores do Portal DadosMunicipais. Parab√©ns!! Sebasti√£o Carlos de Carvalho - Funda√ß√£o IBGE - Petr√≥polis."
Sebasti√£o Carlos de Carvalho - 02/06/2010


"Sou contra! pois a cidade de Petr√≥polis infelizmente esta ficando violenta.E esta aparecendo pessoas que √Ī s√£o daqui para fazer desordem por isso sou contra."
ana lucia - 02/06/2010


"Sou contra! pois a cidade de Petr√≥polis infelizmente esta ficando violenta.E esta aparecendo pessoas que √Ī s√£o daqui para fazer desordem por isso sou contra."
ana lucia - 02/06/2010


"Recebi o jornal de vocês na rua e conheci o Portal. Parabéns pela iniciativa!"
Fabricio von Seehausen - 02/06/2010


"INVERSAO SOCIAL NA EDUCA√áAO No Brasil, √© ineg√°vel o fato de que os problemas financeiros afetam a educa√ß√£o. Enquanto estudantes de baixa renda concluem o ensino m√©dio em unidades p√ļblicas, os mais abastados terminam em escolas particulares. Quando chegam ao n√≠vel superior, come√ßa a invers√£o social: alunos de melhores condi√ß√Ķes financeiras passam a estudar em universidades p√ļblicas e os carentes, em universidades particulares. Devido ao baixo n√≠vel de conhecimento, muitos n√£o conseguem aprova√ß√£o nas universidades federais e estaduais. De acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE), de 2006, a rede particular cresceu 7,5%, com 781 mil novos matriculados contra 311 mil a menos na rede p√ļblica. Os n√ļmeros do IBGE sugerem que os alunos est√£o trocando de rede de ensino. Apesar desse saldo, o sistema p√ļblico ainda √© respons√°vel pela educa√ß√£o de 80,3% dos brasileiros. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lio (Pnad) apontam que a grande maioria dos estudantes de 3¬ļ grau vem da rede particular de ensino (75,5%). O maior problema n√£o est√° na divis√£o social, mas na necessidade de uma base escolar p√ļblica de qualidade, do ensino fundamental ao m√©dio, garantindo mais chances de concorr√™ncia entre estudantes de escolas p√ļblicas e particulares. Que os governantes se preocupem mais em oferecer qualidade em detrimento √† quantidade de vagas; deixem de paliar a situa√ß√£o com programas educacionais que amenizam essas quest√Ķes, mas n√£o solucionam o problema que est√° na base, desde os primeiros anos de educa√ß√£o. O meu desejo, como presidente do PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE no municipio de Tapero√°-ba , √© que nossa popula√ß√£o tenha acesso a servi√ßos p√ļblicos de qualidade, independente da condi√ß√£o social que possuam. presidente da comissao municipal: UBIRACILDA DOS SANTOS"
ubiracilda dos santos - 20/02/2010


"Estamos com um abaixo assinado na INTERNET pela reativação do Trem Rio-Petrópolis, que já conta com mais de 500 assinaturas e depoimentos (desculpem se já lhe enviei antes). Gostaria que vcs vissem e, se gostarem, assinassem; se julgarem meritório por favor repassem para sua lista de contatos. abs http://www.manifestolivre.com.br/ml/exibir.aspx?manifesto=expresso_imperial"
Luiz Amaral - 17/02/2010


"DIA 23 AS 15:30 H‏ Local: C√Ęmara de Vereadores VENHAM TODOS ENTREGAR AO VEREADOR BERNARDO ROSSI O ABAIXO ASSINADO PEDINDO A ABERTURA DAS INSCRI√á√ēES PARA O OUVIDOR DO POVO E DA TRIBUNA LIVRE VAMOS FAZER VALER A LEI ORG√āNICA! Quer sabr mais sobre a Lei Org√Ęnica do Munic√≠pio de Petr√≥polis. Artigos importantes: Art. 7¬ļ - O Ouvidor do Povo ter√° por fun√ß√£o espec√≠fica: I - defender os mun√≠cipes contra a ilegalidade e abuso de poder por parte de autoridade p√ļblica, em particular, das sediadas no Munic√≠pio; II - difundir, para conhecimento dos cidad√£os, seus direitos e deveres constitucionais em face do Poder P√ļblico; III - orientar, sobretudo a popula√ß√£o mais carente do Munic√≠pio, na solu√ß√£o de suas dificuldades, no trato com os √≥rg√£os e reparti√ß√Ķes p√ļblicas para o exerc√≠cio de seus direitos e deveres c√≠vicos, sociais e pol√≠ticos; IV - auxiliar o cidad√£o, quando necess√°rio, nas medidas e provid√™ncias iniciais para consecu√ß√£o da garantia de seus direitos e deveres, encaminhando os atendidos aos √≥rg√£os e repa enviar recado cancelar apagar 15:18 (1¬Ĺ horas atr√°s) Amaral Arquiteto: V - exercer, em nome e no interesse do Povo, o controle sobre os atos do Poder P√ļblico Municipal; VI - publicar o relat√≥rio anual de suas atividades; VII - apurar, por iniciativa pr√≥pria ou quando provocado: a) atos, fatos ou omiss√Ķes de √≥rg√£os ou agentes da Administra√ß√£o P√ļblica Municipal direta, indireta ou fundacional, que impliquem o exerc√≠cio ileg√≠timo, inconveniente ou inoportuno de suas fun√ß√Ķes ou com ofensas aos princ√≠pios da Administra√ß√£o P√ļblica; b) as reclama√ß√Ķes contra os servi√ßos p√ļblicos prestados √† popula√ß√£o. ¬ß 1¬ļ - A Municipalidade fornecer√° ao Ouvidor do Povo os recursos materiais necess√°rios ao desempenho de suas fun√ß√Ķes. ¬ß 2¬ļ - Os Poderes Executivo e Legislativo ficam obrigados a fornecer as informa√ß√Ķes solicitadas pelo Ouvidor do Povo no prazo de 30 dias, sob pena de responsabilidade..."
Luiz Amaral - 17/02/2010


"Estamos com um abaixo assinado na INTERNET pela reativação do Trem Rio-Petrópolis, que já conta com mais de 500 assinaturas e depoimentos (desculpem se já lhe enviei antes). Gostaria que vcs vissem e, se gostarem, assinassem; se julgarem meritório por favor repassem para sua lista de contatos. abs http://www.manifestolivre.com.br/ml/exibir.aspx?manifesto=expresso_imperial"
Luiz Amaral - 17/02/2010


"Conferencia de Cultura Convido a todos os que trabalham com a Cultura, para participa√ß√£o na Conferencia de Cultura de Petropolis, que ir√° acontecer, dias 21 e 22 de Outubro, no Theatro D. Pedro. E a grande oportunidade de todos os agentes culturais petropolitanos, para uma ampla discuss√£o com o objetivo de tra√ßar as diretrizes da Cultura em Petropolis. A pauta foi elaborada pela Secretaria de Estado de Cultura, de acordo com as normas vindas de Brasilia, do MinC. E o momento de aqueles que assinaram os Manifestos, comparecerem, opinarem , votarem e decidirem os rumos da Cultura Petropolitana. Segue a pauta de trabalhos Tema Geral Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento 1 - Produ√ß√£o Simb√≥lica e Diversidade Cultural . Produ√ß√£o de Arte e Bens Simb√≥licos . Conven√ß√£o da Diversidade e Dialogos Interculturais . Cultura, Comunica√ß√£o e Democracia 2 - Cultura, Cidad√£o, Cidadania . Cidade, como Fenomeno Cultural . Memoria e Transforma√ß√£o Social . Acesso, Acessibilidade e Direitos Culturais 3 - Cultura, Desenvolvimento Sustentavel . Centralidade e Transversalidade da Cultura . Cultura, Territorio e Desenvolvimento Social . Patrimonio Cultural, Meio Ambiente e Turismo 4 - Cultura, Economia Criativa . Financiamento da Cultura . Sustentabilidade das Cadeias Produtivas da Cultura . Gera√ß√£o do Trabalho e Renda 5 - Gest√£o e Institui√ß√Ķes da Cultura . Sistemas Nacional, Estaduais e Municipais da Cultura . Planos Nacional, Estaduais, Municipais, Regionais e Setoriais da Cultura . Sistemas de Informa√ß√Ķes e Indicadores Culturais Como podem verificar, s√£o temas muito profundos, que ser√£o desenvolvidos por Presidentes e Diretores do MinC, da Funarte, da ALERJ e outros Org√£os da a¬īrea de cultura. Ao t√©rmino da Conferencia, dever√° ser aprovado em Plen√°rio, um plano, ou melhor as diretrizes que reger√£o o futuro cultural de nossa cidade, da√≠, a importancia da participa√ß√£o de todos que militam, em Petropolis, no setor CULTURA. Fa√ßa sua inscri√ß√£o, por site, ou na Funda√ß√£o, seja um delegado da cultura, participe,vote e decida o melhor para NOSSA CIDADE IMPERIAL . Aproveite o Momento √© ESTE. Neyse Lioy"
Luiz A Amaral - 14/10/2009


"Acusamos recebimento de correspond√™ncia eletr√īnica enviada ao Minist√©rio de Cultura, em 08 de setembro ( Of√≠cio n¬ļ 1607 GM/Minc de 22 /09/09) p.p., no qual V. Sa. encaminha um manifesto assinado por artistas petropolitanos pedindo apoio √† v√°rias quest√Ķes referentes √† arte e cultura no Munic√≠pio de Petr√≥polis/RJ. Comunicamos que em 21 de outubro pr√≥ximo , o Diretor do Centro de Artes Visuais/CEAV/Funarte, prof. Ricardo Resende estar√° em Petr√≥polis , participando de Confer√™ncia Municipal de Cultura/Minc Eixo I,na qual falar√° sobre a Produ√ß√£o de Arte e Bens Simb√≥licos. Por oportuno esclarecemos que o aludido professor estar√° dispon√≠vel √† contribui√ß√Ķes no campo das discuss√Ķes sobre de arte contempor√Ęnea, em especial ,em artes visuais. Atenciosamente, Andr√©a Paes Coord.CEAV/Funarte"
Luz A Amaral - 14/10/2009


"Gostaria de parabenizar os responsaveis pelo site, tem me ajudado a tirar muitas duvidas :)"
Marco Lima - 14/10/2009


"Artigo 5¬ļ da Constitui√ß√£o Federal XXXIII - todos t√™m direito a receber dos √≥rg√£os p√ļblicos informa√ß√Ķes de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que ser√£o prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescind√≠vel √† seguran√ßa da sociedade e do Estado; Lei Org√Ęnica do Munic√≠pio de Petr√≥polis Art. 39 - A Prefeitura e a C√Ęmara s√£o obrigadas a fornecer a qualquer interessado, no prazo m√°ximo de 15 (quinze) dias, certid√Ķes de atos, contratos e decis√Ķes, sob pena de responsabilidade da autoridade ou servidor que negar ou retardar a sua expedi√ß√£o, assim como atender √†s requisi√ß√Ķes judiciais em igual prazo, se outro n√£o for fixado pelo requisitante."
Luiz A Amaral - 28/09/2009


"Comiss√£o aprova emenda da cultura 25/09/2009 Uma comiss√£o especial da C√Ęmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, por unanimidade, a Proposta de Emenda √† Constitui√ß√£o 150 (PEC 150), que destina recursos dos or√ßamentos da Uni√£o, dos Estados e munic√≠pios √† √°rea da cultura. O texto aprovado, com substitutivo do deputado Jos√© Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), reserva ao setor cultural e √† preserva√ß√£o do patrim√īnio cultural brasileiro 2% dos impostos federais, 1,5% dos impostos estaduais e distritais e 1% da arrecada√ß√£o com impostos municipais A PEC 150, que agora vai a plen√°rio, √© reivindica√ß√£o antiga da classe art√≠stica e tem apoio do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que festejou a vota√ß√£o. ‚ÄúA aprova√ß√£o reflete um clima suprapartid√°rio em favor da cultura. Desde a gest√£o Gil, n√≥s temos trabalhado nesse sentido‚ÄĚ, disse o ministro ao Estado. O texto estabelece que os recursos do Estado para a cultura nunca ser√£o menores que 2% dos or√ßamentos. A √°rea econ√īmica do governo, no entanto, se mostra contr√°ria √† vincula√ß√£o de recursos do projeto - atualmente, o or√ßamento da cultura representa 0,5% das receitas federais, o que equivale a cerca de R$ 1,3 bilh√£o. Se esse porcentual subir para 2%, a Uni√£o seria obrigada a destinar cerca de R$ 5,3 bilh√Ķes para o setor √Č hora de enviarmos e-mails aos deputados e senadores para que essa Lei entre em vigor."
Luiz A Amaral - 28/09/2009


"25 de setembro de 2009 Comiss√£o aprova emenda da cultura O Estado de S. Paulo - SP, Jotab√™ Medeiros, em 25/09/2009 Uma comiss√£o especial da C√Ęmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, por unanimidade, a Proposta de Emenda √† Constitui√ß√£o 150 (PEC 150), que destina recursos dos or√ßamentos da Uni√£o, dos Estados e munic√≠pios √† √°rea da cultura. O texto aprovado, com substitutivo do deputado Jos√© Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), reserva ao setor cultural e √† preserva√ß√£o do patrim√īnio cultural brasileiro 2% dos impostos federais, 1,5% dos impostos estaduais e distritais e 1% da arrecada√ß√£o com impostos municipais. A PEC 150, que agora vai a plen√°rio, √© reivindica√ß√£o antiga da classe art√≠stica e tem apoio do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que festejou a vota√ß√£o. ‚ÄúA aprova√ß√£o reflete um clima suprapartid√°rio em favor da cultura. Desde a gest√£o Gil, n√≥s temos trabalhado nesse sentido‚ÄĚ, disse o ministro ao Estado. O texto estabelece que os recursos do Estado para a cultura nunca ser√£o menores que 2% dos or√ßamentos. A √°rea econ√īmica do governo, no entanto, se mostra contr√°ria √† vincula√ß√£o de recursos do projeto - atualmente, o or√ßamento da cultura representa 0,5% das receitas federais, o que equivale a cerca de R$ 1,3 bilh√£o. Se esse porcentual subir para 2%, a Uni√£o seria obrigada a destinar cerca de R$ 5,3 bilh√Ķes para o setor. ‚ÄúAs Na√ß√Ķes Unidas recomendam que nunca seja inferior a 2%‚ÄĚ, afirmou Juca Ferreira. Segundo ele, a proposta de reforma da Lei Rouanet n√£o perde o sentido com a iminente aprova√ß√£o da PEC 150, j√° que s√£o mecanismos complementares. ‚ÄúA mudan√ßa da lei visa a requalificar a distribui√ß√£o de recursos. A PEC 150 trata dos or√ßamentos.‚ÄĚ Em outra vota√ß√£o na manh√£ de ontem, a Comiss√£o de Educa√ß√£o e Cultura da C√Ęmara aprovou o Plano Nacional de Cultura (PNC). O plano √© plurianual, ter√° dura√ß√£o de 10 anos e sua implementa√ß√£o e monitoramento ser√£o feitos pelo Minist√©rio da Cultura, que desenvolver√° o Sistema Nacional de Informa√ß√Ķes e Indicadores Culturais. O plano define as atribui√ß√Ķes do poder p√ļblico na √°rea cultural, e abrange cultura digital, turismo cultural e desenvolvimento sustent√°vel. A cria√ß√£o do PNC est√° prevista na Emenda Constitucional 48, em vigor desde agosto de 2005. Na PEC 150, o texto aprovado inclui ainda sugest√£o do deputado Zez√©u Ribeiro (PT-BA), de substituir na PEC o termo cultura nacional por cultura. ‚ÄúTemos de nos prevenir dos burocratas. Depois, poderiam falar que a PEC n√£o serve para promo√ß√£o de concertos de m√ļsica cl√°ssica porque n√£o se trata de cultura nacional‚ÄĚ, explicou ele √† Ag√™ncia C√Ęmara. ‚ÄúCultura √© quest√£o de soberania nacional e hoje √© dia de grandes conquistas para a cultura do Pa√≠s, com a aprova√ß√£o dessa PEC e do Plano Nacional de Cultura‚ÄĚ, disse o presidente da comiss√£o especial, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR"
Luiz A Amaral - 27/09/2009


"Come√ßo aqui a minha opini√£o. Queridos companheiros, como dizia o saudoso amigo, filosofo, teologo,dirigente sindical,comunit√°rio e flamengista AUGUSTO ANGELO ZANATTA. No dia de hoj√© completa tr√™s anos de sua partida. E o For√ļm das Associa√ß√Ķes e Entidades e muitos amigos poderam dedicar o seu s√°bado em reflex√Ķes sobre o movimento popular. Lembrar t√£o grandiosa foi a sua participa√ß√£o na contru√ß√£o do Movimento Comunit√°rio de Petr√≥polis. O dia de hoj√© foi marcado por momentos emotivos, de protestos, de homenagens e alegrias.Mas vamos por etapas. Na parte da manh√£ fizemos uma visita em seu t√ļmulo n√£o por apego a carne mas sim para refletirmos sobre nossa hist√≥ria e origem. Ainda na parte da manh√£ participamos da contru√ß√£o do conselho gestor de habita√ß√£o no qual o For√ļm das Associa√ß√Ķes, Casa da Cidadania , Associa√ß√£o de Moradores da Rua Manoel Afonso, Comunidade Crist√£ do Morro do Temistocle e outra entidade ligada a igreja cat√≥lica descul-me pelo esquecimento do nome passaram atrav√©s de processo democr√°tico a compor o Conselho gestor de Habita√ß√£o. J√° na parte da tarde, que foi marcada por grandes momentos ocorrido no sindicato dos Metal√ļrgicos de Petr√≥polis. Tivemos o prazer de apresentar um video com imagens de nosso grande Companheiro. em seguida tivemos a fala de amigos como Helio Ricardo Gomes, Bruno Nascimento, Rita Fisioterapeuta, Jorge Maia ( Bol√£o), Rosangela Stunf. Representantes do governo municipal os Srs: Lu√≠s Eduardo Peixoto (Secret√°rio de Meio- Ambiente) e o Sr. Ant√Ķnio Carlos Corr√™a (gabinete do Prefeito) ao qual agradecemos pelo seu empenho para que esse evente tivesse exito. Logo ap√≥s passou-se a fala a Plen√°ria e alguns companheiros manisfestaram sua insatisfa√ß√£o pela Casa dos Conselhos ainda permanecer fechada. Ouve ainda manifesta√ß√£o de protesto pelo fechamento da pediatria do Hospital Santa Thereza leitos do SUS. Houve tamb√©m manifesta√ß√£o de apoio ao Forum das Associa√ß√Ķes. Ap√≥s as fala passou-se atentrega quinze Mo√ß√Ķes de Merito e vinte seis Certificados de Posses das elei√ß√£o conjunta das Associa√ß√Ķes de Moradores . Uma grande festa Democr√°tica exemplo de Cidadania. Amigos Companheiros voc√™s devem estar se perguntando. Tudo isso num s√≥ dia? Sim. Esse √© o For√ļm das Associa√ß√Ķes de Moradores e Entidades de Petr√≥polis. Deixamos os nossos sentimentos as amigas Marize Brand e Professora Jos√≠lia pela perda de seus entes-queridos. Petr√≥polis , 19 de Setembro de 2009"
Carlos Henrique David ; coordenador do For√ļm das Associa√ß√Ķes e Entidades de Petr√≥polis E Conselheir - 19/09/2009


"Aguardando a ata da reuni√£o ocorrida em 14/09/2009. 14/09/09 - Uma s√©rie de delibera√ß√Ķes foram tomadas, na reuni√£o do Conselho Municipal de Cultura, realizada hoje (14/09) √†s 16h, na Sala de Teatro Afonso Arinos, no Centro de Cultura Raul de Leoni. Na oportunidade o Presidente da FCTP, Charles Rossi esclareceu aos representantes presentes da classe art√≠stica, sobre uma s√©rie de quest√Ķes pertinentes ao funcionamento do Conselho, inclusive, sobre aspectos legais constantes em seu regimento interno. O Presidente Charles Rossi lembrou que √© necess√°rio regularizar a atua√ß√£o do Conselho para que o novo presidente, que deve ser eleito entre os conselheiros representantes da classe, possa ser empo√ßado para dar continuidade aos trabalhos do CMC. Esclareceu ainda, que ser√° realizada a Confer√™ncia Municipal de Cultura nos pr√≥ximos dias 21 e 22 de outubro na qual ser√° formulados o Plano Municipal de Cultura, em linha com o Sistema Nacional de Cultura, passo fundamental para que as a√ß√Ķes e pol√≠ticas p√ļblicas de cultura no munic√≠pio sejam reconhecidas pelo Governo Federal e os projetos, da√≠ oriundos, possam concorrer aos recursos disponibilizados pelos programas oficiais de fomento. Foi estabelecida a convoca√ß√£o de uma reuni√£o extraordin√°ria no pr√≥ximo dia 28 de setembro, √†s 16h onde ser√£o apresentados os nomes dos 17 membros do poder p√ļblico que far√£o parte do CMC. Ainda na reuni√£o foram definidos os representantes que far√£o parte da Comiss√£o Organizadora da Confer√™ncia Municipal de Cultura. S√£o eles: Neisi Aguiar Lioy, da Dan√ßas Folcl√≥ricas, Elie Michail Chideel Akl, da sociedade civil e Aline Castella Freire, do audiovisual."
Luiz A Amaral - 16/09/2009


"ESTIVE NA ULTIMA SEMANA NA CARAVANA EM DEFESA DO SUS. E NESSA OPORTUNIDADE PUDE CONSTATAR INUMEROS AVAN√áOS NO MAIOR PLANO DE SA√öDE J√Ā VISTO PELA HUMANIDADE O SUS. NOS ULTIMOS 20 ANOS ,TEMPO DE CRI√á√ÉO DO SUS TIVEMOS INUMEROS AVAN√áOS : A QUEBRA DE PATENTES DOS MEDICAMENTOS DE HIV, IRRADICA√á√ÉO DA POLIOMIELITE, RUBE√ďLA, COQUELUCHE , CIRURGIAS DE ALTA COMPLEXIDADE, INVESTIMENTOS NA ATEN√á√ÉO BASICA COMO OS PSFS EMFIM INUMERAS CONQUISTAS. MAS TAMB√ČM PUDE OBSERVAR COMO ARCA√ćCOS S√ÉO OS NOSSOS CONSELHOS MUNIPAIS QUE AINDA N√ÉO CONSEGUIRAM FAZER COMPRIR A RESOLU√á√ÉO N 333, DE 4 DE NOVEMRO DE 2003. E PASMEN-SE SENHORES ESSA CARAVANA QUE ESTA SENDO LEVADA A TODOS OS ESTADOS DO NOSSO PA√ćS TEM COMO OBJETIVO AL√ČM DO FORTALECIMENTO DO SUS, SENSIBILIZAR VEJAM S√ď, OS NOSSOS QUERIDOS DEPUTADOS FEDERAIS A REGULAMENTAREM A EMENDA CONSTITUCIONAL 29. AP√ďS DEZ ANOS N√ďS AINDA TEMOS QUE SENSIBILIZAR OS NOSSOS DEUSES.ESSA EMENDA VISA REGULAMENTAR O FINANCIAMENTO DO SISTEMA .BEM E MELHOR EU FICAR POR AQUI E LHES MANTER INFORMADOS. MAS PENSANDO BEM MANDE UM A-MAIL PARA O SEU DEPUTADO ,SIM AQUELE MESMO ,QUE VOC√ä VOTOU NA √öLTIMA ELI√á√ÉO, E QUEM SABE ASSIM ELES SE SENSIBILIZEM"
CARLOS HENRIQUE DAVID CONSELHEIRO MUNICIPAL DE SA√öDE - 15/09/2009


"Caros colegas, Estamos apoiando o MANIFESTO DOS ARTISTAS PETROPOLITANOS e aderindo ao seu movimento cultural. Aproveitamos a oportunidade para repassar nosso MANIFESTO. Sauda√ß√Ķes musicais, COMUSICA MANIFESTO DOS M√öSICOS PETROPOLITANOS A carta abaixo foi encaminhada em mar√ßo desse ano ao prefeito de Petr√≥polis e uma outra c√≥pia para o presidente da Funda√ß√£o de Cultura e Turismo de Petr√≥polis. At√© a presente data n√£o obtivemos nenhuma resposta nem fomos atendidos em nenhuma das propostas encaminhadas. Ap√≥s essa carta, j√° fizemos 3 reuni√Ķes com as seguintes autoridades competentes: com o diretor cultural, com o gerente de cultura e com o presidente da FCTP. Nessas reuni√Ķes tivemos a oportunidade de manifestar nossas propostas, nossas reivindica√ß√Ķes, nossos interesses e demandas. Mas, at√© o presente momento n√£o fomos contemplados em nenhuma das nossas reivindica√ß√Ķes. Encaminhamos um Of√≠cio para o sr. prefeito solicitando agendamento de uma reuni√£o. At√© agora, n√£o recebemos nenhuma resposta ou justificativa. Nos cabe o seguinte questionamento : o atual governo e a atual presid√™ncia da FCTP t√™m sido democr√°ticos ou participativos? N√£o devemos esquecer que essa foi uma das principais promessas de campanha do prefeito e do seu partido: a gest√£o participativa. Portanto, como eleitores e cidad√£os temos o direito de questionar e de cobrar uma posi√ß√£o dos governantes. Nosso segmento vem tentando se mobilizar e se posicionar no sentido do di√°logo e da participa√ß√£o democr√°tica com o poder p√ļblico. Como n√£o estamos sendo atendidos em nossas necessidades, demandas, reivindica√ß√Ķes, propostas e nem temos conseguido nenhuma resposta para as quest√Ķes abordadas at√© o presente momento, nos cabe manifestar nosso descontentamento diante do atual quadro pol√≠tico estabelecido. Manifestamos, tamb√©m, nossa vontade e nossa disposi√ß√£o para a negocia√ß√£o e, ainda, estamos contando com a retomada do di√°logo saud√°vel e da participa√ß√£o interativa e produtiva do segmento musical petropolitano com o poder p√ļblico municipal, potencializando a atua√ß√£o dos agentes culturais tamb√©m como cidad√£os. Atenciosamente, COMUSICA - 18/08/2009"
Luiz A Amaral - 05/09/2009


"Informo que a reunião plenária de apresentação da proposta de reformuçaodo Conselho Munipal de Cultura será no próximo dia 14, às 16:00h, na SalaAfonso Arinos, do CCRL, e não será mais dia 8/9 conforme informaram-nos anteriormente. Repassem, por gentileza. Evolução, participação, transparencia TWITTER : http://twitter.com/Cultura_Petrop ORKUT : http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=5589627464377981727"
Luiz A Amaral - 05/09/2009


"O setor de Artes visuais contempor√Ęneas foi um dos que mais cresceram dentro da √ļltima gest√£o municipal de cultura. A parceria entre o poder p√ļblico e a classe s√≥ trouxe benef√≠cios para ambos os lados e quem sai ganhando com isso √© a popula√ß√£o da cidade que pode usufruir de melhores espa√ßos e de exposi√ß√Ķes de valor cultural. Apresentamos nossas sugest√Ķes, requisitando de forma propositiva, uma participa√ß√£o mais direta no processo de circula√ß√£o e viabiliza√ß√£o civis no di√°logo permanente com os poderes institu√≠dos, para discuss√£o ampla e livre da cultura. Vamos ent√£o √†s propostas: - A continuidade do importante projeto do Sal√£o de Artes de Petr√≥polis ‚Äď a edi√ß√£o do ano de 2008 levou o nome de Petr√≥polis para os quatros cantos do pa√≠s e trouxe um n√≠vel de participantes poucas vezes vistos. - A defini√ß√£o de uma galeria para exposi√ß√£o de Arte Contempor√Ęnea - A continuidade do projeto de Mapeamento Cultural para o segmento de artes pl√°sticas. - Incluir um link para informa√ß√Ķes sobre as atividades no Centro de Cultura, n√£o s√≥ de Artes Pl√°sticas, mas tamb√©m de cinema, m√ļsica, teatro, etc., no site oficial da Prefeitura de Petr√≥polis - Cria√ß√£o de um espa√ßo destinado a oficinas e workshops de artes pl√°sticas contempor√Ęneas no Centro de Cultura - Promover parcerias institucionais com centros culturais de cidades pr√≥ximas a fim de oxigenar a produ√ß√£o local. - Parceria com a Secretaria de Educa√ß√£o para levar o conhecimento das Artes Pl√°sticas para um n√ļmero maior de alunos da rede municipal, com palestras de artistas locais √†s escolas e visitas de alunos as galerias. Trazer para a gest√£o da Cultura pessoas capazes e de forma√ß√£o t√©cnica. A cultura n√£o deve ser tratada com amadorismo e apenas boa vontade. Podemos juntos transformar Petr√≥polis num grande centro de Refer√™ncia de artes Pl√°sticas a n√≠vel nacional e internacional. Aqui produzimos arte da melhor qualidade que deve ser reconhecida. Colocamo-nos a disposi√ß√£o para ajuda m√ļtua e cooperativa como tem sido, para tanto devemos ter postura profissional e seriedade. Petr√≥polis produz arte da melhor qualidade e deve ser reconhecida como tal, colocamo-nos √† disposi√ß√£o para ajuda m√ļtua e cooperativa. Agradecemos antecipadamente a aten√ß√£o,na esperan√ßa deque esse seja um primeiro passo para um rico processo colaborativo. Cordialmente Profissionais das Artes Visuais Contempor√Ęneas Petr√≥polis, 2009"
Luiz A Amaral - 31/08/2009


"MANIFESTO Por interm√©dio desse desagravo, n√≥s artistas petropolitanos manifestamos nosso descontentamento com a pol√≠tica cultural desenvolvida pela atual gest√£o da Funda√ß√£o de Cultura e Turismo de Petr√≥polis. O principal motivo, entre outros, que nos levou a tomar essa iniciativa foi a falta de uma pol√≠tica cultural que proponha um debate com a sociedade e com os segmentos art√≠sticos para que se crie mecanismos democr√°ticos e transparentes de incentivo p√ļblico √† cultura local. A falta de di√°logo saud√°vel e constante com a sociedade e com os agentes culturais petropolitanos compromete nossa rela√ß√£o com o poder p√ļblico e impede a democratiza√ß√£o do acesso p√ļblico aos meios culturais vigentes. O principal obst√°culo decorre de uma resist√™ncia e neglig√™ncia √†s percep√ß√Ķes e propostas dos artistas locais que est√£o longe de serem imediatistas ou elitistas. J√° tomamos algumas iniciativas, at√© agora em v√£o, de procurar as autoridades competentes pela cultura municipal para expressarmos nossos interesses e anseios. At√© o presente momento n√£o conseguimos avan√ßar no di√°logo e na negocia√ß√£o. J√° enviamos cartas ao prefeito e ao presidente da FCTP com nossas propostas e reivindica√ß√Ķes culturais, que n√£o foram respondidas. J√° enviamos um of√≠cio ao prefeito para agendarmos uma reuni√£o com a classe art√≠stica e n√£o fomos atendidos, nem ao menos fomos justificados pelos motivos que impediram o tal encontro. Assim estamos perdendo nossos principais objetivos enquanto cidad√£os: ouvir, falar, criticar, participar e interagir. Pra l√° das discuss√Ķes acad√™micas em torno dos significados e da etimologia do termo ‚Äėcultura‚Äô, entendemos que ela √© uma manifesta√ß√£o da comunidade humana, inerente √† sua exist√™ncia. Ela √© tamb√©m cidadania. A cultura √© um direito inalien√°vel de todo o ser humano. A cultura pertence √†s pessoas e n√£o propriamente √†s institui√ß√Ķes. Os atos culturais promovidos pelas institui√ß√Ķes, s√≥ s√£o cultura quando assumidos e participados pelas pessoas. Assim, como principal respons√°vel pelo bem-estar da popula√ß√£o, como primeiro n√≠vel de proximidade com as comunidades e segmentos culturais do Munic√≠pio, o poder p√ļblico deveria ter especiais responsabilidades na promo√ß√£o, na cria√ß√£o de condi√ß√Ķes e no incentivo √† pr√°tica cultural da popula√ß√£o e dos agentes culturais locais. √Č preciso entender que a cultura tamb√©m √© uma forma de inclus√£o. Desenvover um trabalho pleno de cultura, significa promover um trabalho para a sociedade de maneira muito mais significativa. A contrapartida √© que os artistas v√£o devolver cultura, arte e emo√ß√£o para a sociedade. Isso n√£o significa a√ß√£o social populista e nem a√ß√£o de caridade. O trabalho em si √© a contrapartida. Assim, mais do que um programa cultural, √© absolutamente indispens√°vel ter uma ‚Äúvis√£o cultural‚ÄĚ dos problemas e das necessidades culturais, abrangente, refletida e profundamente radicada na especificidade do munic√≠pio, atendendo as demandas e necessidades das comunidades culturais locais, na sua hist√≥ria e nos seus costumes. Lamentamos profundamente a falta de continuidade de v√°rios projetos que foram conquistados pela classe art√≠stica ao longo dos √ļltimos anos. Alguns desses projetos desempenhavam um papel social crucial para os artistas e para a popula√ß√£o como um todo, pois geravam trabalhos, formavam plat√©ias, possibilitavam a participa√ß√£o de um maior n√ļmero de artistas aos eventos culturais existentes, criavam oportunidades para os artistas locais mostrarem e divulgarem seus trabalhos, estimulavam a produ√ß√£o art√≠stica e cultural da cidade possibilitando o ingresso de novos talentos ao mercado cultural, possibilitavam o acesso a produ√ß√£o de qualidade √† popula√ß√£o menos favorecida do Munic√≠pio, pois eram eventos gratuitos. √Č not√≥rio que Petr√≥polis √© um centro de ebuli√ß√£o cultural e que a arte petropolitana tem um lugar de destaque e relev√Ęncia dentro do cen√°rio cultural brasileiro. Petr√≥polis √© dotado de um potencial e de uma voca√ß√£o art√≠stica capaz de exportar seus talentos e sua arte para o resto do Brasil e para o mundo. A produ√ß√£o art√≠stica local √©, sem sombra de d√ļvidas, um grande ‚Äúgancho‚ÄĚ cultural para atrair o turismo para o Munic√≠pio. Temos muito a ganhar com o desenvolvimento do turismo cultural. Temos v√°rias propostas culturais a serem encaminhadas, e gostor√≠amos de discuti-las e debat√™-las com o poder p√ļblico. Hoje, temos que nos contentar com a "capacidade" e a "efic√°cia" dos que ocupam cargos de ‚Äúgestores de cultura‚ÄĚ e que direcionam a produ√ß√£o art√≠stica e cultural. Partimos do princ√≠pio de que, para a estrutura√ß√£o e articula√ß√£o do setor art√≠stico e cultural, √© necess√°rio enxerg√°-lo de forma ampla, considerando suas rela√ß√Ķes internas e externas, bem como sua diversidade. √Č necess√°rio um planejamento de a√ß√Ķes conjuntas, participativas e complementares, em detrimento de a√ß√Ķes meramente pontuais, de efeito ef√™mero e que n√£o atendam as demandas dos agentes culturais locais e da popula√ß√£o como um todo. Se torna indispens√°vel a a√ß√£o p√ļblica cultural que garanta o incentivo e a promo√ß√£o de atividades que, al√©m de difundirem cria√ß√Ķes art√≠sticas, ajam no sentido de criarem condi√ß√Ķes para que as pr√°ticas culturais desenvolvidas na cidade possam se desenvolver, transformar-se em h√°bito, para que sejam incorporadas √† vida social n√£o simplesmente como eventos, mas como modo de transforma√ß√£o e enriquecimento individual e coletivo. Melhorar as condi√ß√Ķes de produ√ß√£o art√≠stica, valorizar os saberes e fazeres populares, conferindo-lhes relev√Ęncia no √Ęmbito do patrim√īnio petropolitano, ao mesmo tempo que promove junto a seus realizadores, autores e a sociedade sua import√Ęncia enquanto express√Ķes da identidade cultural. Cabe um desafio hist√≥rico ao poder p√ļblico municipal: espalhar emo√ß√Ķes e cultura pelo Munic√≠pio, procurando transformar rigidez em maleabilidade, pensamento dom√©stico em atividade social e apatia do poder p√ļblico em fomento √† produ√ß√£o art√≠stica e cultural. O que queremos dizer √© que, al√©m do investimento na forma√ß√£o do artista, deveria ser tamb√©m um dever do poder p√ļblico garantir as condi√ß√Ķes do exerc√≠cio profissional, criando bases para a gest√£o de grupos art√≠sticos de pesquisa continuada, espa√ßos de troca entre esses grupos, apresenta√ß√£o e circula√ß√£o dos trabalhos dentro e fora da cidade, buscando criar uma capacidade de gest√£o cultural participativa e interativa e a cria√ß√£o de um p√≥lo cultural de qualidade atrav√©s de uma pol√≠tica p√ļblica e n√£o de governos ou de partidos pol√≠ticos. Propomos a regulamenta√ß√£o e revis√£o participativa, transparente e democr√°tica da Lei Municipal de Incentivo √† Cultura, para que interfira numa mais justa e mais adequada distribui√ß√£o de recursos pelas diferentes manifesta√ß√Ķes culturais petropolitanas. A retomada do Conselho Municipal de Cultura deve ser feita respeitando o seu Regimento Interno e a Lei que fundou o mesmo, para depois de uma ampla discuss√£o com o plen√°rio e com os agentes culturais locais, tomar as novas diretrizes e mudan√ßas a serem tomadas para a sua melhoria, delibera√ß√£o e democratiza√ß√£o. Enfim, entendemos que a descentraliza√ß√£o das a√ß√Ķes culturais do poder p√ļblico √© um mecanismo que visa dar transpar√™ncia e visibilidade √†s a√ß√Ķes de governo nesse campo. Ao mesmo tempo, coloca √† disposi√ß√£o da popula√ß√£o e dos agentes culturais os equipamentos p√ļblicos de cultura, e mais, possibilita-se que todos os segmentos culturais e todos os artistas locais sejam contemplados de forma democr√°tica, e n√£o apenas poucos em detrimento de muitos. Como a gest√£o participativa foi uma das promessas de campanha do atual governo e do seu partido pol√≠tico, estamos contando com a retomada do di√°logo saud√°vel e da participa√ß√£o interativa e produtiva dos segmentos art√≠sticos petropolitano com o poder p√ļblico municipal, potencializando a atua√ß√£o dos agentes culturais tamb√©m como cidad√£os. "A cultura √© a base de um povo esclarecido que sabe lutar pelos seus direitos!" Petr√≥polis, 26 de agosto de 2009 ARTISTAS PETROPOLITANOS."
Luiz Amaral - 28/08/2009


"Reuni√£o plen√°ria para apresentar PROPOSTAS de reformula√ß√£o do Conselho de Cultura est√° agendada para o dia 08 de setembro , 16:00 h no Teatro Afonso Arinos do Centro de Cultura Raul de Leoni. Petr√≥polis merece evolu√ß√£o, participa√ß√£o popular e transparencia nas decis√Ķes das pol√≠ticas p√ļblicas. Compare√ßam"
Luiz A Amaral - 28/08/2009


"N√£o seria interessante nosso mobili√°rio urbano com design voltado ao tema Cidade Imperial ? Telefones p√ļblicos, bancos, caixas de correio, dentre outros, em forma de Coroa Imperial , charretes ou at√© mesmo com a forma do chap√©u de Santos Dumont ???"
Luiz A Amaral - 21/08/2009


"Em audiencia p√ļblica do Plano Diretor realizada dia 15/8, pude conversar com Charles (FCTP), sr. Grilo (sec Esportes), sr. Oswaldo Costa Frias (Vice-prefeito), sra. Andr√©ia Constancio (ASCOM PMP), onde coloquei o desejo de diversos segmentos da classe desportiva e cultural pela implementa√ß√£o da Lei Municipal de Incentivo √† Cultura . Todos foram sol√≠citos e disseram ser poss√≠vel. Nenhum se opos e falaram que apenas depende da decis√£o do Prefeito. Seria para passar a valer no pr√≥ximo ano. O sr. Charles Rossi , pres da Funda√ß√£o de Cultura disse que a Lei pode ser regulamentada com pequenas altera√ß√Ķes . Definir o percentual da ren√ļncia fiscal na previs√£o or√ßament√°ria de 2010 a ser enviada √† C√Ęmara ainda este segundo semestre seria a certeza da implementa√ß√£o da Lei. Tamb√©m com grata satisfa√ß√£o fiquei sabendo que a FCTP n√£o est√° no CAUC e portanto apta a captar recursos advindos do governo federal e estadual, al√©m das leis incentivadas (Rouanet e ICMS, conv√™nios, parcerias federais e estaduais, dentre outros). Setores interessados no tema encaminharam uma solicita√ß√£o de audiencia com o prefeito para pleitear a implementa√ß√£o da Lei dentre outros assuntos e aguardam o agendamento desta . Twitter : http://twitter.com/Cultura_Petrop Orkut : http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mp&uid=5589627464377981727 msn : incentivoacultura@hotmail.com"
Luiz Amaral - 19/08/2009


"Oi meus caros a notícia da conferência está atrasada. Um abraço."
Rita - 18/08/2009


"Petr√≥polis necessita de um Plano Diretor Vi√°rio que contemple a cria√ß√£o de Centros de Distribui√ß√£o de Mercadorias nas entradas de nossa Cidade , criando hor√°rios de carga e descarga no Centro Hist√≥rico, uma log√≠stica para os onibus de turismo com a finalidade de tornar agil a circula√ß√£o destes sem preju√≠zo ao transito, a duplica√ß√£o da Cel Veiga e a transforma√ß√£o desta em m√£o √ļnica , o fim da circula√ß√£o de onibus e caminh√Ķes no Centro hist√≥rico , sendo estes substitu√≠dos por microonibus ou Jardineiras e o incentivo √Ä cria√ß√£o de estacionamentos , dariam ao sistema vi√°rio de nossa Cidade uma dinamica maior que a atual. Estudos existem , consultoria de log√≠sticas a√≠ est√£o, falta, basta que seja uma prioridade de Governo para as solu√ß√Ķes serem apresentadas. Luiz A Amaral Arquiteto"
Luiz A Amaral - 16/08/2009


"Caros(as) Petropolitanos, Muitas coisas s√£o importantes para o desenvolvimento de petr√≥polis. Entretanto, uma se faz URGENTE. T√£o urgente que deveria ser a prioridade n√ļmero um: um Centro de Conve√ß√Ķes! De "primeiro mundo"..., para, no m√≠nimo, 1,500 lugares. Com estrutura de cozinha, telas e projetores, som, mais uma sala menor com 200 lugares. Petr√≥polis tem perdido SISTEMATICAMENTE eventos nacionais e internacionais por conta de n√£o termos um Centro de Conven√ß√Ķes! √Č o que mudar√° a economia de Petr√≥polis! Podem apostar!!"
Marcelo Scistowicz - 13/08/2009


"Acompanho o avan√ßo das obras irrgulares em nossa cidade h√° tempos. Enquanto nossa pol√≠tica habitacional para baixa renda n√£o for elaborada e implementada, a faveliza√ß√£o crecer√°, trazedo consigo todas mazelas oriundas da ausencia e omiss√£o do Poder P√ļblico. Cabe √†s Secretarias de Habita√ß√£o, Planejamento, Meio Ambiente dentre outras, propor projetos de habita√ß√£o para baixa renda, visando remo√ß√£o de casas em √°reas de risco e em √Āreas de Preserva√ß√£o Permanente. V√°rios org√£os (IPHAN, INEPAC, FEEMA, IBAMA, dentre outros) deveriam participar da elabora√ß√£o desses projetos. Seus respectvos escrit√≥rios s√£o aparelhados para an√°lise e dariam a celeridade necess√°ria. Com isso, venceremos as dificuldades na dinamica de aprovo de projetos que ainda √© um obst√°culo para os profissionais da constru√ß√£o civil que √© parte itegrante do Desenvolvimento Sustent√°vel de qualquer Cidade. Minist√©rio p√ļblico federal, estadual odem tamb√©m atuar e ser parceiros nas propostas. Resuindo, n√£o temos uma pol√≠tica habitacional e com isso investmentos em Petr√≥polis deixam de vir em fun√ß√£o das dificuldades relatadas. Sou totalmente favor√°vel √† preserva√ß√£o ambiental, do acervo arquitetonico paisagistico e cultural de nossa Cidade . Ocorre que o excesso de legisla√ß√Ķes sobrepostas e a falta de dialogo entre as diversas esferas de Poder est√£o provando ser o maior fator de degrada√ß√£o ambiental. O profissional LEGAL n√£o aprova os projetos e vai construir em outras cidades e as obras ilegais em √°reas em processo de faveliza√ß√£o n√£o s√£o coibidas por ser um problema social. Plamo Diretor, C√≥digo de Obras, Zonemento Ambiental , Lei de Uso e Ocup√ß√£o do Solo e dinamismo nos tr√Ęmites processuais para aprova√ß√£o de projetos , aliados a uma pol√≠tica habitacional de baixa renda √© a solu√ß√£o para que o desenvolvimento e crescimento sustent√°vel de nossa Petr√≥polis. Temos APEA, CREA, OAB,APA, Ongs, PMP, C√Ęmara de Vereadores, Universidades, Conselhos diversos, Associa√ß√Ķes de diversos segmentos das sociedade dispostas a discutir e debater , por√©m muito j√° se fala, mas se vontade pol√≠tica de quem decide e comanda os destinos da Cidade n√£o acompanhar os anseios da sociedade , n√£o teremos esse avan√ßo consolidado."
Luiz A Amaral - 09/08/2009


"Minha gente, Tantos projetos bacanas! Que beleza! Mas j√° viram a situa√ß√£o do lixo e lixeiras em Nogueira, que horror! N√£o √© nem Terceiro Mundo, √© o inferno mesmo, ainda mais agora que resolveram p√īr fogo nos detritos que a prefeitura n√£o retira! Parab√©ns a todos os respons√°veis!"
Luiz Almeida - 03/05/2009


"Prezados, Parabéns pela excelente trabalho. Até o próximo encontro."
Fabiano R. Quixaba - 08/04/2009


"Já que estamos começando a falar de Plano Diretor, vale a pena dar uma olhada no de Nova York. http://www.nyc.gov/html/planyc2030/html/plan/plan.shtml Com este plano Nova York pretende, até 2030, se tornar líder em sustentabilidade urbana."
Adriano Arpad Moreira Gomes - 23/03/2009


"Parabenizo a elabora√ß√£o deste portal e tamb√©m acredito que atrav√©s deste instrumento poderemos levar √† sociedade uma quantidade de informa√ß√Ķes √ļteis para a implementa√ß√£o das pol√≠ticas p√ļblicas que a cada 4 anos sofrem mudan√ßas bruscas, o que a meu ver causam perplexidade √† sociedade.O saud√°vel rod√≠zio do poder deveria ser acompanhado pelo comprometimento de continuidade e aprimoramento e tamb√©m, a diminui√ß√£o de cargos de confian√ßa com a substitui√ß√£o por quadros t√©cnicos fixos via concurso p√ļblico nas diversas √°reas."
Luiz Antonio do Amaral - 18/02/2009


 

 

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