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  Contratação temporária de médicos

Data: 08/01/2009

Por conta do déficit de médicos no sistema público de Saúde do município, os profissionais da área devem ficar atentos devido à contratação temporária que a nova gestão da Secretaria de Saúde, presidida por Jeferson Evangelista, irá realizar para recompor o setor. De acordo com o secretário, que esteve no primeiro dia do ano no Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE), juntamente com o prefeito Paulo Mustrangi e o vice Oswaldo Costa Frias, esse será um dos passos para enfrentar a realidade da Saúde no município. Outra unidade que receberá atenção especial do novo secretário é o Hospital Alcides Carneiro, devido ao Decreto 593/2007, que instituiu o Serviço Social Autônomo Hospital Alcides Carneiro (Sehac) e o convênio, como laboratório escola, com a Fase.

 

O decreto possibilitou que fossem realizadas contratações de funcionários com salários de acordo com o mercado privado, mas os servidores municipais continuaram recebendo seus vencimentos, que são menores. Além disso, segundo informações dos servidores, funcionários do município acabaram sendo colocados à disposição. Para ter um salário compatível com o mercado, o servidor público precisa pedir exoneração, perdendo a estabilidade, ou se aposentar para ser contratado pelo Sehac, cujos contratos são de 2 anos. “Ficou meio obscuro forçar o profissional a pedir exoneração. Não me parece justo nem ético isso. Ainda é uma visão preliminar e até hoje estou sem analisar os contratos. A gestão da política de Saúde do município não vai ser delegada por terceiros”, foi taxativo Evangelista.

 

No primeiro dia do atual governo foi realizado o gabinete itinerante. A primeira unidade a ser analisada foi o HMNSE e o próximo será decidido, mas acredita-se que seja ou o Pronto Socorro do Alto da Serra ou o próprio HAC. “Foi escolhido como primeiro hospital por serem realizados 800 atendimentos por dia, é a massa de pessoas. Tinha que começar por ali e precisa receber medida de impacto. A partir de agora vai ser feito em outra unidade de saúde, que será definida. Estamos fazendo um levantamento das necessidades para traçarmos metas. A nossa meta para todas as unidades é recomposição médica. Vamos contratar por um prazo indeterminado, em vínculo celetista, mas certamente mais para frente faremos um concurso público”, explicou.

 

 

Fonte: Tribuna de Petrópolis – 6 de janeiro de 2009.




 

 

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