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  Mapeamento das áreas de risco

Data: 19/05/2009

Mapeamento das áreas de risco

 

            O Ministério das Cidades investiu R$ 120 mil em pesquisas, que duraram 2 anos, em 102 áreas de risco habitadas apenas no 1º distrito de Petrópolis, a qual compreende o centro da cidade, onde 3 casa foram destruídas em janeiro deste ano, em um deslizamento, além da região do Quitandinha, onde ocorreram duas mortes no mesmo período.

 

            Petrópolis não tem um mapa das áreas de risco apontando as irregularidades fundiárias, apenas a do 1º distrito tem um mapeamento que mostra um total de 180 mil moradores, apontando que pelo menos metade deles vivem em localizações irregulares.

 

            O ponto de maior risco no município é no Alto da Serra, nas ruas Osvero Vilaça e dos Ferroviários, onde as casas construídas desde o pé do morro até o alto da encosta, com o agravante de chover muito no local.

 

            O segundo maior lugar de perigo habitado está no Alto Independência, o qual precisa de um investimento de 190 milhões em obras de contenção e drenagem e remoção das famílias. De acordo com o secretário de Habitação, João Soares Orban, esse orçamento é a metade da verba da cidade, e para conseguir estão aguardando a Fundação Nacional de Habitação de Interesse Social do Ministério das Cidades (FINIS) abrir o edital para as prefeituras apresentarem projetos, solicitação e pleitos de recursos federais para fazer as intervenções necessárias em área por área. O Ministério das Cidades, entretanto, informa que ainda não tem previsão para abertura.

 

            A Secretaria de Habitação pretende começar os trabalhos nas comunidades de maior risco ainda neste ano, depois do período de estiagem, em outubro, e tem o objetivo de transformar essas áreas em bairros de verdade. “Vamos levar urbanização e qualidade de vida, promover pavimentação e melhorias urbanas”, acrescentou Orban.

 

            O projeto de melhorias nos locais de risco faz parte do Programa Moradia Feliz, que prevê a urbanização, reflorestamento, ações sociais e readaptação da população dentro da mesma comunidade.

 

 

Fonte: Tribuna de Petrópolis – 17 de maio de 2009.




 

 

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